domingo, 28 de janeiro de 2007

Apenas palavras num domingo...




(Img:http://www.automail.pt/~peny/desenho/perfil.jpg) Modificado por mim

E se eu estiver apaixonada por ele?
Logo ele!
Será que ele percebeu como eu gosto de olhar seus lábios?
Que eu faço questão de beijar-lhe as bochechas só pra sentir um pouco do gosto da pele dele?
Será que ele notou que o meu rosto muda quando ele chega? Que eu me empino, que eu jogo meus cabelos só pra seduzí-lo?
Será que ele já notou o meu sorriso? O meu sorriso pra ele?


Sentada aqui... no chão...
Olhando ele falar... vendo seu rosto... e o sol a envolvê-lo...
Que imagem! Queria ser o sol pra tocar-lhe o semblante...
Assim de perfil, é tudo o que eu quero.
Congela a imagem. Me deixa assim...
Sentada no chão a observar-te, a esperar o próxima cena.
Queria que esse esperar fosse uma eternidade
pra eu ficar aqui, sentada, a te adorar.
É constrangedor te olhar nos olhos....
Será que você vê o quanto eu desejo te beijar?
Às vezes, acho que não vou me controlar...
Menino! Como pode esse ardor? Eu não devia!
Mas eu sinto! Não devia, mas sinto. Sinto muito, mas sinto...

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

A dona do blog, eu, pela inconstância de espírito, resolví mudar o template do blog. Gostava do outro mas quis mudar; quem sabe eu volte a usar? E quem sabe daqui a pouco tempo eu mude outra vez?

Um grande abraço!

Ou seria ...
um grande abraço!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Apenas uma frase...


Uma idéia é um passarinho que pousou no fio de luz, mas logo alça vôo.

Apenas um poema...



Pela janela
eu só vejo nuvens cinzas.
Nem sol, nem estrelas.
Tudo num tom pastel,
monocromático,
preto, branco e cinza.
Faz tanto tempo que eu não vejo arco-íris...
Será que Deus se esconde
atrás das nuvens
para brincar de pique-esconde
com agente?

(Escrevi hoje, acho que é meio "sem noção", mas vá lá! Melhor que nada!) - Carla Luz

Um abraço, um beijo e um queijo!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Vamos imaginar.....
("Sonhar não custa nada..." Ainda bem!)

Eu quero um namorado que tenha o olhar penetrante do Antonio Banderas, daquele tipo que parece que vai me devorar só de olhar sem precisar encostar um dedo!



Eu quero um namorado como senso de humor do Will Smith. Que me faça rir, rir muito, gargalhar de doer a barriga. Um namorado engraçadinho (no bom sentido!)



Eu quero um namorado com a cor do Tyson Beckford, o peitoral (maravilhoso) dele também é ótimo e também seria bom que o meu namorado viesse equipado com um desses... ai... ai...



Eu quero um namorado com os olhos da cor do Elijah Wood, daquele que não dá pra para de olhar, daqueles que dá vontade mergulhar dentro e se perder por lá e nunca mais voltar...



Eu quero um namorado com aquela voz rouca e sensual do Alejandro Sanz, aquele jeito de dizer "corazon partio" que me deixa arrepiada, aquela cara de safadinho doido pra falar besteiras no ouvido...



Eu quero um namorado que tenha sangue latino como Ricky Martin. Que eu não queira parar de dançar com ele, pra ele...



Quero um namorado com cara de príncipe encantado como o Keanu Reeves, com cara de príncipe encantado, maravilhoso!



Ah! Se meu médico fosse assim... Eu estaria sempre doente, não importaria que doença contanto que eu não saísse de perto desse doutor!




Ei! Você que acabou de ler e ver minhas "vontades", não se assuste! Eu não disse que eu quero uma mistura de todos eles. É apenas uma vontade que eu sei, nunca se realizará.
Eu quero um homem comum, que goste de sair, beijar, conversar, rir, namorar, olhar, calar, abraçar e que me ame. Não precisa ser Brad Pitt, e nem quero.

O homem comum é que me fascina. O homem de mãos bonitas, de sorriso transparente, com senso de humor, com olhar doce e sensual. O homem verdadeiro é o homem normal, comum.
Shrek é um homem comum e muito melhor do que todos os outros acima. Sou mais o homem normal como o Shrek (contanto que não seja verde!)

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Eu quero um homem que...

Eu preciso de um homem que goste de mim no mesmo período em que eu goste dele. Nem antes, nem depois e sim ao mesmo tempo. Essa sincronia sentimental é uma grande dificuldade.
Durante muito tempo eu quis alguém que fosse o mais parecido amigo, mas hoje, acho que não daria certo. Seria como atuara eu mesma e seria um saco.


Depois pensei em alguém totalmente diferente mas acho que não daria certo. Imagine: "Querido, vamos cantar? - Não, quero ler!"; " Querido, vamos ler? - Não, quero cantar!". Tão diferente assim também não daria certo. E não me venha com "os opostos se atraem". Nem sempre é assim. Polo norte e sul são opostos e naõ estão juntos!


Se nem parecido, nem diferente faz meu tipo, quem faz? Há algumas coisas que eu queria (e quero) e outras não...
Eu quero um homem moreno/negro, mas quando a paixão aparece, a cor não faz diferença alguma.

Eu quero um homem alto, mas se o baixo levar minha mente aos céus que necessidade haverá de ter 1,80 cm de altura, se a estatura dele não me levar a lugar algum?

Eu quero um homem sensível, mesmo que a sua sensibilidade esteja no fato de não me compreender, não saber o que dizer, e só me abraçar, mudo, me abraçar e só.

Eu quero um homem que me faça rir, mesmoq ue seja fazendo cosquinha, caresta ou contando sempre a mesma piada do tomate.

Eu já quis um homem poeta. Mas, agora, acho que não. Se ele compreender minha alma por completo não haverá mais graça em se descobrir o outro, se surpreeender depois de meses... Não haverá tanta graça se ele enxergar o mundo com as lentes de contato de poeta como eu. Será melhor ele entender o mundo do seu jeito e eu do meu; assim o nosso relacionamento será uma eterna descoberta do ser, do outro ser.

Eu só quero alguém que core as bochechas ao meu sorrir, que os olhos ganhem outro brilho quando eu chegar, se tornem mais cintilantes, cheio de esperança e mesmo assim tente, porque timidez demais já basta a minha. Alguém que sinta frio na barriga quando eu chegar, fique com as mãos geladas de medo de eu não amá-lo. Eu quero alguém sem pressa. Tenha calma comigo!!
Eu quero alguém mais forte que eu, que me "domine" sem autoritarismo, mas que não ofusque o meu brilho, que me deixe brilhar. Que sinta falta de mim quando eu não estiver, mas que não fique chateado quando eu precisar de solidão temporária.

Eu quero um homem que discorde de mim, detestaria se em tudo ele dissesse sim. Eu quero um homem de opinião e que respeite a minha mesmo quando ela for contrária.

Eu quero que as flechas do cupido nos acertem e que possamos olhar um para o outro porque se olharmos na mesma direção veremos apenas o mesmo prédio.


Tudo o que eu escrevi foi apenas um maneira longa de dizer que eu quero amar e ser amada simultaneamente e só.

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Zouk - A dança da sensualidade!

(imagem do site: http://www.afromix.org/html/musique/artistes/zouk_story/index.fr.html)

A palavra de hoje é ZOUK. Não sei se você sabe o que é isso, se não sabe eu te explico e se você já sabe, vê se estou correta. Pelo que eu lí na internet é uma dança de origem caribenha e se assemelha à lambada, mas não é igual. O que eu posso te dizer da miha experiência de aluna super iniciante é que é uma dança super sensual ou como gosto de dizer (às vezes) "dançar zouk é fazer sexo na pista". É muito gosto dançá-la, principalmente com um cavalheiro que saiba conduzir uma dama iniciante como eu (que não sabe dançar direito e erra toda hora).

Mas o que me incomoda é essa sensualidade toda, a proximidade. Pra mim, proximidade era considerada fator de intimidade, mas no zouk não é. É complicado dançar tão colado, com as pernas tão juntas, eu não estou acostumada a dançar assim! Principalmente quando o cavalheiro não é nada meu, nem meu amigo (porque não deu tempo), só meu professor. E seu eu o achar atraente? (o que é verdade) Eu não posso me aproveitar? Mas eu não quero me "aproveitar" para não acabar me apaixonando (o que é algo relativamente facil. Me dá atenção pra você ver!). Como eu posso manter a naturalidade quando na dança as pernas dele encontam em minha parte íntima ( não que eu esteja reclamando....)? Eu sinto. Eu não consigo me soltar, me sinto presa, travada, envergonhada. (Pra mim é muuuuuuiiito bom dançar com ele, mas será que pra ele é bom dançar comigo? Ele é professor e tem que dançar com todo mundo mesmo não gostando) Quando tento sensualizar o movimento eu me sinto ridícula.
Não vou negar que um namorado que dançasse zouk (e as outras danças) resolveria o meu problema imediato. Sei que, certamente, a maioria de vocês vai pensar que todo esse meu pensamento sobre o zouk se deve ao fato da minha enooooooorme carência afetiva, falta de namorado, ficante ou qualquer outra denominação e que eu sou solteirona (eu não discordo de você, principalmente na última parte. Eu confesso. Tô solteira faz teeeeeeeempo).
Eu queria poder dançar com naturalidade, com sensualidade (que a sensualidade fosse algo natural em mim), como se eu estivesse realmente fazendo sexo na pista e sem medo. Mas eu ainda não sou capaz de fazer isso, eu não me sinto a vontade comigo mesma e com o cavalheiro para dançar de tal forma. É uma questão de entrega. No forró eu me entrego, danço com total liberdade, eu me sinto maravilhosa no forró. No forró não há tanta sensualidade, ou pelo menos não explicitamente. Mas no zouk....

Pra provar que eu não estou exagerando, veja esse vídeo de um casal dançando zouk:

http://www.youtube.com/watch?v=_rFKIA3U0PU

Um grande abraço e um dia estarei dançando assim também!!!

Estou indo viajar (é outra vez!) e só volto na segunda feira!! Vou para Grussaí!! Vai ter piscina!!!! Oba!!! Vou voltar vermelha!! (quem mandou nascer branca?)


domingo, 7 de janeiro de 2007

Eu sou...II

Nem sempre os textos são tão otimistas.... Os meus são menos ainda...



Eu me sinto um corpo
estranho no mundo.
Como se todos fossem verdes
e eu fosse vermelho.
Como se todos falassem inglês
e eu fosse muda e
não entendesse nem língua,
nem gestos.
Ou melhor (ou pior?)
parece que ninguém
entende a minha linguagem
(os meus sinais e gestos).
Eu sou o corpo estranho
desse organismo chamado Terra.
Eu sou o vírus,
a bactéria suja
e diferente.
Eu sou o som desafinado,
o instrumento quebrado
que não emite som.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Entrevista com Pedro Bandeira

Oi mais uma vez.
Achei um entrevista com Pedro Bandeira e como ele é o meu autor favorito e foi por causa dele que eu comecei a escrever e não me canso de ler os livros dele... eu resolvi colocar a entrevista dele aqui. ( O post tá um tanto grandão!)
Matéria retirada do site:http://www.atica.com.br/entrevistas/?e=158


Boletim Ática: Histórias apaixonadas reúne sete contos que destacam iniciações afetivas de pessoas muito jovens. Eles foram escritos em um período de tempo próximo, para serem reunidos num mesmo volume?
Pedro Bandeira: Esses contos são produções muito separadas pelo tempo. Nós, escritores, muitas vezes produzimos algum conto esparso sem nenhuma intenção específica, apenas porque a idéia apareceu e forçou-se a caminhar para o papel. Algumas das idéias deste livro têm mais de 30 anos!

Boletim Ática: Na apresentação que escreveu para o livro, você diz que sempre adorou histórias curtas. Fale um pouco sobre essa predileção. Algumas dessas histórias e seus autores continuam vivos em sua memória?
Bandeira: A leitura de contos me agrada desde muito cedo. Deve ter começado na infância com os contos de Mark Twain e Jack London, que em seguida levou-me aos contos policiais e foi-se encaminhando para Máximo Gorki, [Guy de] Maupassant, Eça [de Queirós], Machado [de Assis]...
A produção de um conto não é tarefa fácil. Apresentar, desenvolver e concluir uma idéia, além de delinear personalidades completas - tudo isso em poucas linhas -, é um desafio gostoso de se enfrentar.

Boletim Ática: Como foi abordar literariamente o afeto juvenil? O que pode dizer sobre as descobertas e conflitos amorosos nessa época da vida das pessoas?
Bandeira: Biologicamente, a atração entre os sexos nasce na puberdade. E isso antes de termos maturidade psicológica suficiente para entender essa mudança tão radical. Por isso é tão atraente para um autor trabalhar justamente essas dúvidas, essas idas e vindas, os reais sofrimentos de amor que surgem dentro de nós, na juventude. Que prato saboroso pra gente se deliciar!

Boletim Ática: A personagem Marina, do conto "Eu quero ficar com você", mantém-se muito firme em suas convicções para experimentar sua primeira "ficada". Como observa o perfil afetivo dos jovens?
Bandeira: Não acho gostoso para as emoções as tais "ficadas". Não sou daqueles autores que pretendem dar lições, longe disso, pois quanto mais envelheço mais dúvidas tenho e minhas certezas se enfraquecem. No entanto, creio ser muito mais gostoso um beijo conquistado, que exige charme, jogo de sedução, toques e olhares. Muito melhor que o simples "ficar". Por isso fiz Marina querer tudo do rapaz que a atraía: ser dele, estar com ele, parecer sua namorada, permanecer ao lado dele, continuar com ele e, por fim, ficar com ele. Acho isso muito mais humano do que um contato físico anônimo, fugaz, sem romance, poesia e lirismo.

Boletim Ática: Você, quando jovem, se apaixonou muito?
Bandeira: Demais! Fui e sou um apaixonado crônico. Graças às minhas paixões, comecei a construir sonetos camonianos "derramados", exagerados, ainda na adolescência. Em alguns deles, o narrador falava até em suicídio se não conquistasse a amada! Confesso que as musas inspiradoras dos meus poemas jamais ficaram sabendo dessa produção literária. Mas foi delicioso ter escrito aquilo tudo inspirado pela paixão que eu realmente sentia.
Talvez por isso eu tenha descoberto Shakespeare tão cedo. Eu decorava e recitava em voz alta para mim mesmo as falas desesperadas de Romeu, em Romeu e Julieta.
Diferentemente de Fernando Pessoa, eu não fingia a dor que sentia; elas eram de verdade mesmo. Gostaria que essas tantas meninas, hoje velhinhas como eu, soubessem o quanto me inspiraram... Acho até que, além de ter sido um leitor compulsivo, esse constante apaixonar-se ajudou-me a tornar-me um escritor.

Viu que homem mais maravilhoso? Ele falando assim parece tanto comigo!
Eu "conheci" o Pedro com A marca de uma lágrima e não parei mais. Lí Descanse em paz, meu amor, A droga do amor, A droga da Obediência, Pântano de Sangue, anjo da Morte, Droga de Americana, Mariana, O fantastico mistério da Feiurinha, O mistério da fábrica de Livros, Bicho de estimação, O grande desafio, Amor impossível...possível amor, O medo e a ternura, Minha primeira paixão, Prova de Fogo, Agora estou sozinha, A hora da verdade, Malassaventuras, acho que só ou foram mais? Nem sei mais! Mas eu amo esse homem! Ele escreve maravilhosamente bem e descreve os sentimentos como foram/como são pra mim.
Agora repara como eu me pareço com ele:
1- Também sou uma apaixonada compulsiva (ao extremo)
2- Meus poemas também são exageraaaaaaados, quase sempre "morro" no fim (calma!)
3- Os musus que me inspiraram ainda não sabem de nada... um dia ainda conto pra eles....
4- Eu também sei de cor as falas de Romeu e Julieta!! Também ficava declamando pra mim mesma as falas!!! Eu não sou louca!!!!!!!! Alguém mais faz isso além de mim!!!!! Eu não sou louca!
5- Foram as minhas paixões que me fizeram escrever! Que lindo! Será que estou no caminho certo? Tomara!!!!!

Se você ainda não conhece Pedro Bandeira, não sabe o que está perdendo. Ele não escreve difícil, não faz poesia concreta, não faz loucuras pra chamar atenção como muitos por aí (e que não têm talento nenhum), mas sabe dizer o que sentimos com a maior sensibilidade. Vale a pena conhecer o Pedro.

Um abraço.... Um abraço não, Um beijão!!!!!!!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Eu não sou muito de escrever sobre política ou sobre políticos, mas dessa vez eu não agüentei.



O dia 1º ou da Posse ou da Palavra (tanto faz) - 01/01/2007

Hoje é o primeiro dia do ano novo, o presidente Lula e os governadores já tomaram posse de seus cargos em comemorações e discursos solenes. Esperamos que as promessas sejam cumpridas, que os governantes não esqueçam o povo e que nenhum político dobre o seu salário nem tente aumentá-lo em 90%.
Mas não é exatamente sobre a posse dos eleitos que eu vim falar. Estava eu assistindo à posse do governador eleito, Sergio Cabral (até porque estava na casa de uma amiga, estava chovendo e lá não tinha TV a cabo... já viu né? Não tinha nada melhor pra se fazer), meio distraída, com as palavras entrando por um ouvido e saindo pelo outro, quando uma das palavras dita por Sergio Cabral chamou minha atenção. De repente a palavra, "facínora" fez eco na sala. Ual! Foi a minha expressão de surpresa, Facínora? Que isso? Que palavra é essa?Ele vasculhou (ou melhor, a pessoa que preparou o discurso pra ele) o dicionário na última semana, não é? Depois da minha estupefação (eu também vasculho o dicionário), fui ao pai dos burros – mais conhecido como dicionário – procurar a bendita palavra. "Facínora – s.m. Criminoso, bandido, cangaceiro". Ah! Agora sim, deciframos o implícito significado desta palavra.
Mas o mais engraçado de tudo isso é que Sergio Cabral não foi o único a usar facínora em seu discurso de posse. O presidente Lula também aderiu à palavra. Algo realmente interessante, dois candidatos eleitos utilizam a mesma palavra difícil em seus discursos. O que eu não sei e gostaria muito é saber: 1) Os assessores (ss? c?) de imprensa deles dois é a mesma pessoa? 2)Como Sergio Cabral falou primeiro, Lula achou essa palavra muito boa e resolveu utilizá-la também? 3) Foi coincidência? (O que eu não acredito).
É... Ano Novo... Vida Nova... Palavra Nova... Provavelmente, uma das coisas que estão na lista de Lula para se realizar em 2007, é utilizar palavras novas. Bom, pelo menos, essa promessa ele já cumpriu.



Eu gostei tanto da palavra facínora que estou usando o tempo todo. "Todos esses facínoras!" Eta palavrinha porreta! Boa pra dizer não acham? Espero que todos nós possamos ampliar o nosso vocabulário nesse ano novo!

Beijos pra todos!

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Cheguei de viagem!!


Oi para todos!

Cheguei hoje de viagem. Fui à São Lourenço, Minas Gerais. Lá é muito legal, tem parques com muitas árvores e fontes (era água pra dar vender, fazer rifa, e muito mais)... Era água pra tudo, pra dor na barriga, pra "curar" os olhos, pra pele, pra doença cardíaca, pros rins... só não tinha pra arrumar namorado; isso era o principal e não tinha (fiquei decepcionada!).
Adorei andar perto da natureza, não que eu seja uma mulher "do mato" e não sou mesmo, mas São Lourenço é o lugar ideal para uma pessoa como eu; tem verde ( o mato) e tem lojinhas, shoppings, pracinha...
Eu fiz um monte de coisas que nunca tinha feito:
Andei de patins no gelo, isso mesmo, no gelo! Já posso participar do quadro "Dançando no Gelo" do Fautão!! Adorei!! É muito difícil e eu não larguei a barra protetora!
Eu dancei forró num forró! Eu só tinha dançado nas aulas de dança, mas agora posso dizer que dancei um forrozinho! Cheio de velhinhos, gente do interior e bebum. Infelizmente só bebum me chamou pra dançar, mas eu preferí dançar só com a mamãe (melhor não arriscar... depois me aparece um bebum tarado!)
Outra coisa que eu fiz foi colocar a mão num cavalo. Sei que parece uma coisa boba, mas eu sempre fui louca pra tocar num cavalo, fazer um carinho nele. Eu acho o cavalo um animal muito lindo e pra mim representa liberdade. Eu queria tocar na liberdade, e toquei e quase chorei de felicidade! Foi maravilhoso!

Homem bonito, daqueles de arrancar suspiros, não ví nenhum. Ninguém merece! Não tinha nenhum gatinho! Fazer o que né?
Joguei muito o jogo "Perfil", bem legal. Um dos jogadores vai falando dicas até agente adivinhar quem é a pessoa, coisa, ano ou lugar. Muito bom.
Ah! Como São Lourenço é o lugar da água mineral, das águas "curadoras", só dava velho lá. Não estou dizendo coroa não, era velho mesmo, alguns eu achava que deveríam ficar em casa. Não estou sendo preconceituosa não, mas era a realidade. Se somassem as idades... Meu Deus! Daria uns 2000 mil anos!

No tudo, foi muito bom, aproveitei, pena que choveu.
Um grande abraço pra todos!

Ps: Vocês notaram que Lula e Sergio Cabral usaram uma mesma palavra em seus discursos de posse? Eu notei e adorei a nova palavra, vou usá-la também! Mas isso é história pra outro texto.

Beijocas pra todos vocês!

E bom início de ano!